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5 BANDAS QUE ESTARÃO NO FEIRA NOISE 2017 QUE VOCÊ PRECISA CONHECER

Por Paula Holanda

De 24 a 26 de novembro, a Arena do Centro de Cultura Amélio Amorim receberá as 28 atrações musicais da 7ª edição do Feira Noise, que vão do underground ao mainstream, de novas apostas a bandas já veteranas. Será um misto de múltiplos gêneros e subgêneros musicais provenientes de artistas de cidades de todo o país, em ode à diversidade cultural e estética que temos no cenário nacional. Selecionamos cinco bandas que acreditamos que você deve conhecer:

VENTRE

Formada no Rio de Janeiro (RJ) por Gabriel Ventura (voz, guitarra), Hugo Noguchi (voz, baixo) e Larissa Conforto (voz, bateria), a Ventre é uma banda de rock experimental que flerta com o noise e a música popular e está em atividade desde 2012. “Ventre” (2015), seu álbum de estreia e até então único trabalho em estúdio, foi produzido pelo próprio power trio com ajuda de amigos de diferentes estúdios e os ajudou a se firmarem como uma das bandas independentes que mais se popularizam no Brasil. As apresentações ao vivo são enérgicas e potentes, e essa visceralidade pode ser conferida no DVD “Ventre Ao Vivo No Méier” (2016).

DEB AND THE MENTALS

A Deb And The Mentals é uma banda de São Paulo (SP) com influências do grunge, do punk e do rock de garagem. Formada por Deborah Babilônia (voz), Guilherme Hypolitho (guitarra), Stanislaw Tchaik (baixo) e Giuliano Di Martino (bateria), o grupo vem chamado a atenção de todo o Brasil após dois trabalhos em estúdio   ̶  o EP “Fell The Mantra” (2015) e o LP “Mess” (2017). Com performances explosivas e estética sonora e visual que remete aos ícones dos anos 90, Deb And The Mentals é uma das maiores apostas do rock nacional da atualidade.


THE BAGGIOS

The Baggios, duo de blues rock formado em São Cristóvão (SE) por Julio Andrade (voz, guitarra) e Gabriel Carvalho (bateria), está em atividade desde 2004. Com, três EPs  ̶   “Demo” (2006), “Hard Times” (2009) e “Acústico Aperipê” (2013) ̶  , três LPs  ̶  “The Baggios” (2011), “Sina” (2013) e “Brutown” (2016) ̶  e um álbum e DVD ao vivo  ̶  “10 Anos Depois” ̶  no currículo, a banda é destacada tanto pela crítica quanto pelo público como um grande nome do rock independente nordestino.

MOMBOJÓ

Formada em Recife (PE) em 2001, a Mombojó é uma banda que passeia pelo indie, pós-manguebeat e música popular. Ela é integrada por Felipe S (voz, guitarra), Marcelo Machado (guitarra), Missionário José (baixo), Chiquinho (synth, sampler) e Vicente Machado (sampler, bateria) e tem cinco LPs em sua discografia  ̶ “Nadadenovo” (2004), “Homem-espuma” (2006), “Amigo do Tempo” (2010), “11º Aniversário” (2013) e “Alexandre” (2014) ̶ além de ter lançado, esse ano, o EP “Summer Long” (2017) com a francesa Laetitia Sadier, ex-vocalista da banda de pós-rock e poptron Stereolab.


CANTO DOS MALDITOS NA TERRA DO NUNCA

Após um hiato de cinco anos, a Canto dos Malditos na Terra do Nunca, banda de rock de Salvador (BA) retorna aos palcos com seu segundo LP, “Travessia” (2017). O álbum primeiro álbum, homônimo (2006), e seu single “Olha a Minha Cara” garantiram uma circulação e popularidade a nível nacional e uma base de fãs que permanece fiel mesmo após a pausa do grupo, que foi formado em 2003 por Andrea Martins (voz), Helinho Sampaio (guitarra), Danilo Castor (guitarra), David Castor (baixo) e Leonardo Bittencourt (bateria).


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Larissa Luz, Dead Fish e André Prando são atrações confirmadas para o Feira Noise 2017

Larissa Luz, Dead Fish e André Prando são atrações confirmadas para o Feira Noise 2017

Um dos mais importantes festivais de artes integradas do Nordeste será realizado em novembro

O Feira Noise retorna com a meta de seguir movimentando a agenda cultural de Feira de Santana e anuncia as três primeiras atrações para a 7ª edição do evento, a banda de hardcore Dead Fish (ES), o músico e compositor capixaba André Prando e a cantora e compositora baiana Larissa Luz. O festival será realizado de 24 a 26 de novembro, no Centro Cultural Amélio Amorim.

Promovido desde 2009, o Feira Noise é um evento idealizado pelo Feira Coletivo Cultural com o objetivo de fomentar a cena independente feirense e tem no histórico bandas de grande destaque nacional, como Móveis Coloniais de Acaju (DF), Far From Alaska (RN), Vespas Mandarinas (SP), Supercombo (ES) e Project46 (SP).

Com o compromisso de valorizar a produção local, o festival também já trouxe bandas baianas renomadas — como Vivendo do Ócio, Canto dos Malditos na Terra do Nunca, Maglore, Retrofoguetes e Scambo —, além de dar espaço para grupos independentes iniciantes e promover um edital para a inscrição de bandas de todo o país.

Ao longo destes anos, o Feira Noise consolidou-se como o maior festival de artes integradas da Bahia e um dos mais reconhecidos do Nordeste, com a proposta de prestigiar diversas formas de expressão artística — música, dança, artes visuais e poesia — e promover a troca de conhecimentos variados através de múltiplas oficinas e mesas de debates.

Dead Fish

Em atividade desde 1991, Dead Fish é uma banda de hardcore melódico de Vitória (ES) formada por Rodrigo Lima (voz), Ric Mastria (guitarra), Alyand Mielle (voz, baixo) e Marcos Melloni (bateria).
Com mais de 10 trabalhos gravados, dois DVDs ao vivo e influências de bandas como Ramones, Bad Religion e Dead Kennedys, a banda já fez shows na Alemanha e República Tcheca e hoje é apontada como uma das principais referências do hardcore nacional.

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André Prando

Com um segundo álbum previsto para 2017, o músico e compositor André Prando, de Vitória (ES), faz rock alternativo com influências da psicodelia e tem circulado por todo o país após o lançamento de seu primeiro disco, “Estranho Sutil” (2015), e seu EP de estreia, “Vão” (2014). Atração de festivais como MADA (RN), Psicodália (SC), Showlivre (SP) e Sofar Sounds (RJ), Prando acrescenta ao seu currículo a 7ª edição do Feira Noise.
Foto de Rodrigo Pessotti (2)

Larissa Luz

Cantora, compositora e atriz de Salvador (BA), Larissa Luz integrou a banda Ara Ketu de 2007 a 2012 e hoje segue cantando MPB e samba-reggae em sua carreira solo.

O segundo álbum da artista, “Território Conquistado” (2016), tem participações de Elza Soares e Thalma de Freitas e foi indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa.
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SERVIÇO
O QUÊ:
 7ª edição do festival Feira Noise
QUANDO: De 24 a 26 de novembro de 2017
ONDE: Centro Cultural Amélio Amorim, avenida Presidente Dutra, nº 2222 – Centro, Feira de Santana – Bahia
INGRESSOS E MAIS: www.facebook.com/feiracoletivo

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Torture Squad e mais 3 bandas nesta Terça em Feira

O ano de 2017 continua surpreendendo os amantes da música pesada em Feira de Santana. Em agosto, a cidade recebe a Far Beyond Existence Tour, mega turnê capitaneada pelo Torture Squad, que conta ainda com outras três importantes bandas do underground nacional:   Hatefulmurder, Reckoning Hour e Warcursed. O evento é promovido em Feira pela frutífera parceria entre o Feira Coletivo e o ThunderGod Zine.

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Os paulistanos do Torture Squad, banda de thrash/death metal formada em 1989, colecionam êxitos impressionantes ao longo destes quase trinta anos de estrada. Entre os oito full-length do “esquadrão”, destacam-se discos magníficos como o Asylum of Shadows (1999), Hellbound (2008) e Aequilibrium (2010). O mais recente, Far Beyond Existence (2017), que nomeia a turnê, é um trabalho de altíssimo nível. Nele, os veteranos Castor (bass / backing vocals) e Amílcar Christófaro (drums) juntam-se a Rene Simionato (guitars) e Mayara “Undead” Puertas (vocals) e evidenciam, uma vez mais, que as mudanças na formação e os reveses do tempo não conseguem atravancar o caminho do Torture Squad. O trabalho, de vitalidade marcante, recheado de passagens rápidas muito bem construídas e trechos cadenciados, demonstra a maturidade dos membros remanescentes na confecção do peculiar som da banda, e um entrosamento perfeito dos recém-chegados. O resultado é fabuloso, com destaque para faixas matadoras como No fate, na qual testemunha-se o poder e versatilidade da voz de Mayara “Undead” e as incríveis construções musicais de Castor e Christófaro, e Steady Hands, track que deixa muito claro, mais uma vez, que o Torture Squad só precisa mesmo de um guitarrista, e que Rene Simionato, com seus poderosos riffs e solos muito bem posicionados, tem o que é necessário para manter a banda em seu posto de relevância no cenário, nacional ou gringo. O Torture Squad, sem dúvida uma das bandas nacionais com maior destaque no exterior, venceu, em 2007, o Metal Battle, uma seletiva de bandas, e, como prêmio, garantiu vaga para uma apresentação histórica no Wacken, um dos maiores festivais de Metal do mundo, na Alemanha. A banda fará neste evento a sua terceira apresentação em terras feirenses.

As outras três bandas tocarão pela primeira vez em Feira, que, com este evento, consolida-se definitivamente como ponto de passagem para as mais relevantes turnês do Metal nacional em 2017.

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O Hatefulmurder, banda carioca de thrash/death metal formada em 2008, divulgará no evento o seu mais recente full-length, Red Eyes (2017), segundo da carreira, que, bem como o Far beyond Existence do Torture Squad, foi lançado pela gravadora britânica Secret Service Records. Em sua quase década de existência, a banda já coleciona apresentações por toda a América do Sul, executando um enérgico setlist ao lado de importantes nomes como Exodus (EUA), Krisiun, Warbringer (EUA) e Ratos de Porão. Quem comparecer, poderá conferir de perto as músicas do recém-lançado disco, marcado pela chegada à banda de Angélica “Burns” (vocals) e Felipe Modesto (bass). O álbum, caracterizado por alguns toques “modernos” na sonoridade, é rápido, pesado e direto ao ponto. Como aperitivo, o amante do Metal pode conferir os dois music videos que a banda produziu recentemente: My battle e Red Eyes.

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O Reckoning Hour apresentará ao público feirense o seu primeiro full, Between Death and Courage (2016). A banda carioca, formada em 2012, realiza no disco exemplares execuções, lideradas pelo afinado e versátil vocal de JP, do que se convencionou chamar de “heavy metal moderno”: termo extremamente polêmico, para dizer o mínimo. Os amantes do metalcore e de bandas como o Lamb of God (EUA) certamente se identificarão com a sonoridade do Reckoning Hour, extremamente bem feita, e recheada de cantos melódicos intercalados por guturais raivosos e linhas de guitarra muito criativas. O disco foi produzido com esmero por Adair Dalfembach, responsável pela condução de trabalhos de bandas como o Project 46.

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O nordeste estará muito bem representado pelo Warcursed (death/thrash metal). A banda de Campina Grande excursiona para promover o terceiro full-length, Stages of death (2017), lançado pela Eternal Hatred Records, que surge depois dos seus excelentes predecessores: Escape from nightmare (2012) e The last march (2014), e mantém altíssimo o nível das composições da banda. No álbum, são retratados com peso e brutalidade os diversos estágios da morte, a partir do Pallor Mortis (faixa de abertura), e finalizados com a Skeletonization (última track). A rápida e brutal Decomposition, divulgada recentemente em lyric video, é uma demonstração do poder sonoro destes paraibanos, evidenciando o apuro técnico das linhas de bateria de Marsell Senko, o entrosamento das cordas de Dudu Evsb e Richard Senko e a destruidora voz de Richard Senko, que assumiu neste disco os vocais da banda, e não deixou a desejar.

           

Serviço

Quem: Far beyond existence tour: Torture Squad, Hatefulmurder, Reckoning Hour e Warcursed.

Quando: Terça, 22 de agosto de 2017, a partir das 20h.

Onde: Offsina

Quanto: R$ 20

Para saber mais: https://www.facebook.com/events/644998715701999/

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NervoChaos e ColdBlood em Feira de Santana

Nervochaos e Cold Blood, duas das mais tradicionais bandas brasileiras de Death Metal, passarão por Feira de Santana no mês de julho. O evento é promovido pelo ThunderGod Zine e pelo Feira Coletivo.

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            Em expressiva turnê nacional, o Nervochaos percorrerá 65 cidades de vários estados e regiões, com o objetivo de lançar Nyctophilia (2017), o recente álbum da banda, que há mais de duas décadas dedica-se ao Death Metal. Apesar de profundas mudanças na formação, o Nervochaos soube manter – e até mesmo incrementar, poder-se-ia dizer – a atmosfera agressiva e bestial do seu som. Os apreciadores do estilo poderão conferir de perto o resultado do obscuro e mortífero oitavo álbum desta tradicional banda paulistana, bem como, certamente, terão a oportunidade de bater cabeça ao som de clássicos oriundos dos trabalhos anteriores. Conhecido mundialmente, o Nervochaos já tocou em diversos países, e fará neste evento a sua segunda apresentação em Feira, depois de mais de dez anos.

            Estreando em terras feirenses, e acompanhando o Nervochaos na gigantesca turnê, se apresentará no mesmo dia outro importante nome do Death Metal brasileiro: Coldblood. A banda, fundada em 1992, é reconhecida pela atmosfera satânica de suas composições rápidas e letais, e impressiona pela carga sonora que é produzida pela exígua formação. Voz, guitarra e bateria, executadas pelos dois integrantes, Markus Couttinho e Diego Mercadante, se convertem em poderosos meios de profanação, com uma sonoridade marcante e original, que faz o apreciador do metal da morte se sentir em casa. O último disco, Indescribable Physiognomy of the Devil (2017), é uma prova de que o dueto carioca encontra-se em grande forma.

Serviço

Quem: Nervochaos e Coldblood

Quando: Terça, 25 de julho de 2017, a partir das 21h.

Onde: Offsina

Quanto: R$ 15,00

 

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Feira Coletivo Cultural promove primeira edição do Fervura Feira Noise 2017

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Circo de Marvin, Dona Cislene e Calafrio sobem ao palco do Botekim no próximo sábado

Vai começar o aquecimento para um dos maiores festivais de artes integradas do Norte / Nordeste. No próximo sábado (8), a partir das 21 horas, no Botekim Tematic, o Feira Coletivo Cultural promove o primeiro Fervura Feira Noise de 2017.

Três atrações vão agitar o evento, a banda baiana Circo de Marvin, que está de malas prontas para uma nova empreitada na carreira, a galera da Dona Cislene, de Brasília, e o grupo feirense Calafrio.

Circo de Marvin

De volta a Feira de Santana, depois de uma super apresentação, que enlouqueceu o público, há pouco menos de um ano, e antes de se mudar para São Paulo em busca de outros horizontes, a Circo de Marvin promete um show em “Modo Hard”.

Fundada em 2012, a banda já teve a oportunidade de tocar em eventos como Festival de Verão, Festival de Inverno Bahia e Rock Concha, além de abrir shows para Titãs, Raimundos e CPM22.

Dona Cislene

Pela primeira em Feira, o quarteto brasiliense Dona Cislene traz na bagagem as boas avaliações da crítica especializada e do público com relação ao álbum “Meninos e Leões”, lançado em abril deste ano.

Em oito anos de história, a banda é super consolidada no cenário underground de Brasília e já teve a oportunidade de rodar por vários estados como São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte.

Calafrio

Uma das bandas mais importantes do universo rock de Feira de Santana e do interior da Bahia, com mais de uma década de trajetória, a Calafrio se apresenta no Fervura depois de um show marcante no festival Rockcambo In Conexão no primeiro semestre deste ano.

Com riffs e letras marcantes, a banda costuma levar bons públicos aos eventos dos quais participa, com fãs que curtem e se envolvem com os shows. A formação atual conta com Pedro Patrocínio – guitarra e vocal, Siddhartha Gautama – vocal e guitarra, Robson Sousa – bateria e Bruno Mendes – baixo.

SERVIÇO

O QUE: Fervura Feira Noise
QUEM: Circo de Marvin, Dona Cislene e Calafrio
QUANDO: Sábado, 8 de julho, a partir das 21 horas
ONDE: Botekim Tematic Bar – Avenida João Durval Carneiro, nº2963 – Feira de Santana
QUANTO: Ingressos antecipados R$ 15,00 e no dia do evento: R$ 25,00
PRA SABER MAISwww.facebook.com/feiracoletivo

 

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Caravana da Música fará nova edição em julho com Diamba em Feira de Santana

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A Maré Produções Culturais fará uma edição especial do projeto Caravana da Música, a bem sucedida iniciativa que promoveu circulação de nomes de destaque da cena musical baiana por dez municípios do estado de janeiro a março de 2016. Agora será a vez de Feira de Santana receber o projeto, com uma única apresentação da Diamba, em show gratuito na Praça do Fórum, no dia 30 de julho, às 17h.  Em sua primeira edição, o Caravana da Música alcançou 15 mil espectadores, mostrando que a música produzida no estado é plural e há uma potência enorme de trocas no interior do estado. A expectativa é que a caravana possa ter continuidade e seguir em 2017.

 Para  a Maré Produções Culturais, a expectativa é que o Caravana da Música possa ter continuidade, mantendo os artistas baianos em circulação e difundindo essa produção musical consistente, mas que nem sempre tem os meios de alcançar um estado tão grande e diverso. A iniciativa conta com o patrocínio da VIVO, através do Fazcultura e nesta edição, recebe o apoio da Prefeitura de Feira de Santana.
 Além dessa edição extra do projeto em Feira de Santana, a novidade é que neste segundo semestre de 2016, será lançado um documentário, mostrando todos os bastidores do projeto, mas também trechos de apresentação e a reverberação do poder da música junto ao público. Realizado em parceria com a Movida Produtora de Conteúdo, encabeçada pela videomaker Dayse Porto, o filme será um importante registro da cena atual da música baiana.
 O show com a Diamba faz parte da celebração dos 20 anos do grupo, seguindo sua busca de inventar novas sonoridades e esquentar o público com seu ritmo dançante. Formada pelos músicos Duda Sepúlveda, o Duda Diamba no vocal; Renato Nunes no baixo e Tilson Santana nos teclados, a banda Diamba  se relaciona com a vertente nativa do reggae brasileiro com as particularidades da cultura regional. Para a banda, que hoje conta com mais quatro integrantes, o baterista Iuri Carvalho, o tecladista Paulo Fael e os guitarristas André Lomi e Reman Buchegger, o segredo é manter o reggae sempre em evolução.
 Para o músico Duda Diamba, “nesse momento da história quando a cultura precisa chegar com mais urgência nas pessoas, a Caravana da Música completa mais uma temporada, levando através do som de suas atrações uma ideia brilhante de conexão cultural. Nós, da Diamba, agradecemos a confiança e o deleite de participarmos do encerramento, de mais uma temporada, de grande sucesso. Numa Cidade de grande importância na vida cultural da Bahia, estamos chegando com a Caravana e na Mochila um Disco Novo, com Show novo. Setas indicam a direção para nosso grande encontro em Feira de Santana.”
 Com sotaque baiano e forma de fazer poesia cotidiana, a Diamba usa e abusa da literatura nordestina e ainda adiciona influências do Rock and Roll e da MPB em suas composições e repertórios. Já as influências do reggae vão de Bob Marley a Steel Pulse. A cadência de notas e a forma de cantar da Diamba são inconfundíveis e, ao mesmo tempo, totalmente globais. Nesses 20 anos de estrada pontuados pela produção de quatro discos e um DVD, gravados de forma independente, a Diamba fez inúmeras apresentações pela capital e pelo interior da Bahia, além das turnês no Rio de Janeiro, Florianópolis, São Paulo e no interior de Minas Gerais. Para os músicos, sair da Bahia significa sempre constatar a universalidade da música da Diamba e a abertura de novas portas.
Mais sobre a Diamba – Em sua cronologia a Diamba conta ainda com doze participações no Festival de Verão Salvador, o show no 1° Mundial de Bodyboarding, além da realização do projeto proprietário “Dia de Encontro”, com duas edições anuais. A primeira edição do projeto, em 2008, recebeu na Concha Acústica de Salvador a banda Carioca Ponto de Equilíbrio, com ingressos esgotados e público de 5.700 pessoas, enquanto a segunda edição, em 2009, lotou o Bahia Café Hall – Paralela. A banda também participou de duas edições do Mundial de Surf na Bahia, o WQS. No ano de 2010, a banda se destacou com o projeto “Te Encontro no Pelô”, realizado na Praça Teresa Batista, com quatro edições e convidados especiais do cenário local e nacional. Em 2011, a banda Diamba participou do SURF REGGAE TOUR, ao lado da banda paulista Planta & Raiz, que passou por Salvador, Feira de Santana e Porto Seguro. Já em 2012, a Diamba realizou o lançamento do seu 4º CD, o FMD, Fraternidade Musical Diamba. A grande surpresa do FMD foram as participações especiais: Alexandre Carlo, do Natiruts, na música “Coisas da Vida”, Hélio Bentes, da Banda Ponto de Equilíbrio, na canção “Bob Rei”, e Zeider, da banda Planta & Raiz, gravou a faixa “Falando com Jah”. O ano de 2013 foi agitado para a Diamba. Com a agenda de verão lotada, o grupo circulou pelas cidades do Sul da Bahia, tais como Barra Grande de Camamu, Ilhéus, Itacaré, e voltou aos palcos do Festival de Verão e do Estúdio do Som, com recorde de público. A agenda de carnaval também esteve lotada, com desfiles no Circuito Barra – Ondina, com o trio pipoca batizado de Reguitarrice Diamba, patrocinado pela Prefeitura de Salvador, e com shows no palco do Camarote Planeta Band, no Palco Sustentável da Praça Castro, patrocinado pelo Banco Itaú, e na programação do “Carnavais Negros”, no Palco Resistência. Em 2014, logo no começo do ano, durante o Festival de Verão 2014, Duda Diamba foi o único convidado da banda Jamaicana The Wailers para representar o reggae nacional no show da banda em terras baianas. Além da circulação regional intensa, a banda foi uma das atrações credenciadas nos Espaços Culturais da Secult e do Pelourinho. 2015 foi também um ano de grandes conquistas para a banda, com a participação na gravação do DVD “Clássicos de Reggae Brasil”, da banda Natiruts, internacionalmente reconhecida; a participação no Carnaval do Pelourinho e nos bairros de Salvador, promovido pela Prefeitura; parceria com o ITAL STUDIOS, estúdio especializado em reggae; produção musical do novo CD, “Setas Indicam a Direção” e outros projetos como o Dia Nacional do Reggae, que consolidam a trajetória ascendente da Diamba no cenário da música reggae, sendo reconhecida como um dos principais grupos e respeitada como referência musical.

Serviço

Edição Extra Caravana da Música – Feira de Santana

 Quando: dia 30 de julho, às 17h
 Onde: Praça do Fórum
 Quem: Diamba
 Realização: Maré Produções Culturais
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Legalize It: Da Jamaica ao Portal do Sertão

 

13235431_1128588120526807_1574410250048045934_o O Feira Coletivo Cultural traz mais uma vez a Feira de Santana a cantora e compositora paulista Anelis Assumpção, no próximo dia 2 de junho. É o seu retorno à cidade, aonde viera para o debute em 2015 e agora regressa com um novo show, uma temática diferente e a expectativa de uma grande noite.

Não dá para restringir a sonoridade de Anelis Assumpção a algum gênero imediato. Ela faz música contemporânea, algo bastante abrangente. Como se fosse uma nova música popular brasileira. Tem uma voz segura, ao mesmo tempo suave, além de forte. Dessa maneira ela canta o amor, expressa a individualidade, explana o tempo e entoa o nós. Agora a cantora e sua banda trará para Feira de Santana uma novidade, diferente do seu tradicional show intitulado de “Anelis Assumpção e os Amigos Imaginários”. Nesse novo projeto a intenção é evidenciar sua forte influência da música jamaicana em suas composições, fazendo uma viagem no conceituado disco “Legalize It”, o primeiro álbum solo do lendário cantor Peter Tosh.

O disco completará 40 anos de seu lançamento. A ideia dessa temática é fazer uma grande celebração ao reggae, que nesse período de impulso do “Legalize It” tivera um momento especial para sua efervescência artística, quando Tosh e outros ícones do gênero lançaram álbuns emblemáticos e que contribuíram para a ascensão e escalada dos sons jamaicanos pelo mundo.

O “Legalize It” mostra a juventude de Peter Tosh, cheio de preocupações sociais e políticas, ao mesmo tempo brincalhão e alegre, tentando propagar a sua mensagem. Um álbum que tem sua riqueza juntamente com sua diversidade. É um dos mais brilhantes registros do reggae em toda história. Assim Anelis Assumpção irá traduzir toda essa memória com sua voz impecável e que remeterá numa noite imperdível para os fãs da cultura jamaicana. O evento irá acontecer no Teatro Margarida Ribeiro, nos Capuchinhos, a partir das 20:00 horas, dia 2 de junho e o ingresso custará R$20,00.

Por Murillo Campos

 

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A Sexta Black e o retorno às pistas de dança

Uma ideia diferente era proposta pelo Feira Coletivo em 2014. Nesse projeto havia a chance de evidenciar e abrir espaço para gêneros que estavam efervescendo na cidade e necessitariam de ambientes para fomentar suas expressões. O rap falado, cantado e vertentes como o hip hop, ritmos como o ragga, o dub, o dance hall e o soundsystem e gêneros como o afrobeat, o soul, o neosoul e o acid jazz atualmente formam um cenário que já pode ser considerado consolidado em Feira de Santana. Se não ainda consolidado, mas com um enorme potencial. Com a ascensão de grupos e jovens artistas que passaram a patentear e experimentar a pulsação dos elementos do som da periferia, a música negra que exalta temas sociais, políticos e urbanos passava a ter um ponto fixo para impulsionar seus versos e suas concepções. Assim nascia a Sexta Black.

O evento, agora na versão 2016, volta a marcar presença na agenda cultural da Terra de Lucas. A primeira Sexta Black dessa nova temporada marca o retorno às pistas de dança com o maior alcance dos ritmos da música preta em essência. A noite marcará o regresso onde essa mistura de ritmos e expressões dos guetos mostra cada vez mais a sua força e seu poder artístico cultural, com talentos que contam facetas e particularidades da nossa cidade de uma forma singular e própria de fazer arte. Um grande número de rappers, MC’s, grupos de dança e adjacências que utilizam esses elementos das pick-ups para fazer o som da periferia estão surgindo. É um nicho que necessita cada vez mais de ambientes para promover e prosperar suas inquietações, suas frases, seus temas socais a sua cultura de rua, um estilo de vida onde os versos falados ou cantados e as batidas impulsionam valores em que toda uma coletividade se mistura.

As quatro atrações confirmadas para esse retorno da Sexta Black trarão uma noite imperdível para os seguidores dos gêneros da música negra e dançante que embala a proposta dessa ação. O grupo Roça Sound mistura o seu soundsystem (sistema de som) com letras cantadas e já se mostra com um público fiel na cidade. O Quadro, grupo que vem de Ilhéus, no Sul da Bahia, existe desde 1996 e de lá até aqui vem verbalizando rimas cadenciadas e executadas harmonicamente com instrumentos digitais e artesanais. Fazem uma mistura de rap, soul e dub. E os expoentes do rap feirense Doutrina MC e Macgyver MC completam a line-up do evento, com suas rimas marcantes e precisas explorando o contexto social urbano da cidade. A ação promovida pelo Feira Coletivo Cultural, que marca a volta da Sexta Black, acontece no Offisina Music Lounge, dia 3 de junho. Esperamos todos por lá.

Por Murillo Campos

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Domingo tem Playgrude em Feira de Santana: um show para crianças de todas as idades

Capa CD Playgrude_por Rebeca Matta

No próximo domingo (21), a partir das 16 horas, no Centro de Cultura Amélio Amorim, em Feira de Santana, será apresentado o show Playgrude. Um espetáculo voltado para crianças de todas idades, uma festa para toda família, um grande playground e um quintal para brincar de apertar os botões da memória. O projeto é encabeçado pelas cantoras Marcela Bellas e Taís Nader e pelo compositor Helson Hart.

A ideia do show surgiu a partir da gravação do CD infantil com músicas inéditas de Marcela Bellas e Helson Hart, interpretadas por diferentes artistas. Desde então, foram realizadas grandes apresentações em alguns dos principais espaços da capital baiana, como o Teatro Castro Alves, Teatro Gregório de Matos e largos do Pelourinho.

No repertório, além de músicas do CD Playgrude, estão incluídos clássicos da música brasileira, sucessos que fazem parte do nosso imaginário, como “Carimbador Maluco” (Raul Seixas), Emília (eternizada na voz de Baby Consuelo pela turma do Balão Mágico), “A história de uma gata” (Os Saltimbancos), “Fico assim sem você” (Adriana Partimpim) e outros.

SERVIÇO
O que: Show Playgrude
Quem: Marcela Bellas, Taís Nader e Helson Hart
Quando: Domingo, 21 de fevereiro, às 16 horas
Onde: Centro de Cultura Amélio Amorim, avenida Presidente Dutra, nº 2222, Feira de Santana – Bahia
Quanto: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

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Clube de Patifes se prepara para lançar o quarto álbum da carreira

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Com 17 anos de estrada, o grupo baiano Clube de Patifes, natural da cidade de Feira de Santana, lança o quarto álbum de estúdio. Intitulado Casa de Marimbondo, o álbum firma a empreitada empreendedora da banda, que trabalha de maneira independente desde o começo da trajetória.

Com uma linguagem calcada no blues e em timbres do rock dos anos 50 e 60 (e com boas doses de groove), o Clube de Patifes – formado por Joilson Santos (baixo), Pablues (guitarra e voz), Paulo de Tarso (bateria), Luyd Andrade (guitarra), Rodrigo Borges (guitarra) e Kino Bone (Trombone) – investe ainda em temáticas afrobrasileiras e introduz referências da música baiana e caipira à sonoridade.

O novo trabalho, Casa de Marimbondo, é uma co-produção do Clube de Patifes com André T., renomado produtor musical que já trabalhou com representantes do rock baiano, entre eles Pitty, Cascadura e Retrofoguetes.

O álbum também reúne figuras do cenário musical nordestino. Faixa de abertura do disco, “Hey Mama” é uma parceria do conjunto com Luiz Caldas, ícone baiano e precursor do axé. Outros músicos da região engrossam a ficha técnica. Du Txai (atualmente na formação da banda Cascadura) participa de “Cavalo de Troia”, enquanto o time de sopros da banda IFÁ Afrobeat – Vinicius Freitas (sax), Normando Mendes (trompete) e Matias Traut (trombone) – marca presença em “Voodoo”.

Casa de Marimbondo contém 11 faixas e o lançamento está marcado para 4 de março. Dois singles inéditos já foram divulgados e servem como excelente prévia para o disco completo. Ouça aqui.