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5 BANDAS QUE ESTARÃO NO FEIRA NOISE 2017 QUE VOCÊ PRECISA CONHECER

Por Paula Holanda

De 24 a 26 de novembro, a Arena do Centro de Cultura Amélio Amorim receberá as 28 atrações musicais da 7ª edição do Feira Noise, que vão do underground ao mainstream, de novas apostas a bandas já veteranas. Será um misto de múltiplos gêneros e subgêneros musicais provenientes de artistas de cidades de todo o país, em ode à diversidade cultural e estética que temos no cenário nacional. Selecionamos cinco bandas que acreditamos que você deve conhecer:

VENTRE

Formada no Rio de Janeiro (RJ) por Gabriel Ventura (voz, guitarra), Hugo Noguchi (voz, baixo) e Larissa Conforto (voz, bateria), a Ventre é uma banda de rock experimental que flerta com o noise e a música popular e está em atividade desde 2012. “Ventre” (2015), seu álbum de estreia e até então único trabalho em estúdio, foi produzido pelo próprio power trio com ajuda de amigos de diferentes estúdios e os ajudou a se firmarem como uma das bandas independentes que mais se popularizam no Brasil. As apresentações ao vivo são enérgicas e potentes, e essa visceralidade pode ser conferida no DVD “Ventre Ao Vivo No Méier” (2016).

DEB AND THE MENTALS

A Deb And The Mentals é uma banda de São Paulo (SP) com influências do grunge, do punk e do rock de garagem. Formada por Deborah Babilônia (voz), Guilherme Hypolitho (guitarra), Stanislaw Tchaik (baixo) e Giuliano Di Martino (bateria), o grupo vem chamado a atenção de todo o Brasil após dois trabalhos em estúdio   ̶  o EP “Fell The Mantra” (2015) e o LP “Mess” (2017). Com performances explosivas e estética sonora e visual que remete aos ícones dos anos 90, Deb And The Mentals é uma das maiores apostas do rock nacional da atualidade.


THE BAGGIOS

The Baggios, duo de blues rock formado em São Cristóvão (SE) por Julio Andrade (voz, guitarra) e Gabriel Carvalho (bateria), está em atividade desde 2004. Com, três EPs  ̶   “Demo” (2006), “Hard Times” (2009) e “Acústico Aperipê” (2013) ̶  , três LPs  ̶  “The Baggios” (2011), “Sina” (2013) e “Brutown” (2016) ̶  e um álbum e DVD ao vivo  ̶  “10 Anos Depois” ̶  no currículo, a banda é destacada tanto pela crítica quanto pelo público como um grande nome do rock independente nordestino.

MOMBOJÓ

Formada em Recife (PE) em 2001, a Mombojó é uma banda que passeia pelo indie, pós-manguebeat e música popular. Ela é integrada por Felipe S (voz, guitarra), Marcelo Machado (guitarra), Missionário José (baixo), Chiquinho (synth, sampler) e Vicente Machado (sampler, bateria) e tem cinco LPs em sua discografia  ̶ “Nadadenovo” (2004), “Homem-espuma” (2006), “Amigo do Tempo” (2010), “11º Aniversário” (2013) e “Alexandre” (2014) ̶ além de ter lançado, esse ano, o EP “Summer Long” (2017) com a francesa Laetitia Sadier, ex-vocalista da banda de pós-rock e poptron Stereolab.


CANTO DOS MALDITOS NA TERRA DO NUNCA

Após um hiato de cinco anos, a Canto dos Malditos na Terra do Nunca, banda de rock de Salvador (BA) retorna aos palcos com seu segundo LP, “Travessia” (2017). O álbum primeiro álbum, homônimo (2006), e seu single “Olha a Minha Cara” garantiram uma circulação e popularidade a nível nacional e uma base de fãs que permanece fiel mesmo após a pausa do grupo, que foi formado em 2003 por Andrea Martins (voz), Helinho Sampaio (guitarra), Danilo Castor (guitarra), David Castor (baixo) e Leonardo Bittencourt (bateria).


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Larissa Luz, Dead Fish e André Prando são atrações confirmadas para o Feira Noise 2017

Larissa Luz, Dead Fish e André Prando são atrações confirmadas para o Feira Noise 2017

Um dos mais importantes festivais de artes integradas do Nordeste será realizado em novembro

O Feira Noise retorna com a meta de seguir movimentando a agenda cultural de Feira de Santana e anuncia as três primeiras atrações para a 7ª edição do evento, a banda de hardcore Dead Fish (ES), o músico e compositor capixaba André Prando e a cantora e compositora baiana Larissa Luz. O festival será realizado de 24 a 26 de novembro, no Centro Cultural Amélio Amorim.

Promovido desde 2009, o Feira Noise é um evento idealizado pelo Feira Coletivo Cultural com o objetivo de fomentar a cena independente feirense e tem no histórico bandas de grande destaque nacional, como Móveis Coloniais de Acaju (DF), Far From Alaska (RN), Vespas Mandarinas (SP), Supercombo (ES) e Project46 (SP).

Com o compromisso de valorizar a produção local, o festival também já trouxe bandas baianas renomadas — como Vivendo do Ócio, Canto dos Malditos na Terra do Nunca, Maglore, Retrofoguetes e Scambo —, além de dar espaço para grupos independentes iniciantes e promover um edital para a inscrição de bandas de todo o país.

Ao longo destes anos, o Feira Noise consolidou-se como o maior festival de artes integradas da Bahia e um dos mais reconhecidos do Nordeste, com a proposta de prestigiar diversas formas de expressão artística — música, dança, artes visuais e poesia — e promover a troca de conhecimentos variados através de múltiplas oficinas e mesas de debates.

Dead Fish

Em atividade desde 1991, Dead Fish é uma banda de hardcore melódico de Vitória (ES) formada por Rodrigo Lima (voz), Ric Mastria (guitarra), Alyand Mielle (voz, baixo) e Marcos Melloni (bateria).
Com mais de 10 trabalhos gravados, dois DVDs ao vivo e influências de bandas como Ramones, Bad Religion e Dead Kennedys, a banda já fez shows na Alemanha e República Tcheca e hoje é apontada como uma das principais referências do hardcore nacional.

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André Prando

Com um segundo álbum previsto para 2017, o músico e compositor André Prando, de Vitória (ES), faz rock alternativo com influências da psicodelia e tem circulado por todo o país após o lançamento de seu primeiro disco, “Estranho Sutil” (2015), e seu EP de estreia, “Vão” (2014). Atração de festivais como MADA (RN), Psicodália (SC), Showlivre (SP) e Sofar Sounds (RJ), Prando acrescenta ao seu currículo a 7ª edição do Feira Noise.
Foto de Rodrigo Pessotti (2)

Larissa Luz

Cantora, compositora e atriz de Salvador (BA), Larissa Luz integrou a banda Ara Ketu de 2007 a 2012 e hoje segue cantando MPB e samba-reggae em sua carreira solo.

O segundo álbum da artista, “Território Conquistado” (2016), tem participações de Elza Soares e Thalma de Freitas e foi indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa.
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SERVIÇO
O QUÊ:
 7ª edição do festival Feira Noise
QUANDO: De 24 a 26 de novembro de 2017
ONDE: Centro Cultural Amélio Amorim, avenida Presidente Dutra, nº 2222 – Centro, Feira de Santana – Bahia
INGRESSOS E MAIS: www.facebook.com/feiracoletivo

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Domingo tem Playgrude em Feira de Santana: um show para crianças de todas as idades

Capa CD Playgrude_por Rebeca Matta

No próximo domingo (21), a partir das 16 horas, no Centro de Cultura Amélio Amorim, em Feira de Santana, será apresentado o show Playgrude. Um espetáculo voltado para crianças de todas idades, uma festa para toda família, um grande playground e um quintal para brincar de apertar os botões da memória. O projeto é encabeçado pelas cantoras Marcela Bellas e Taís Nader e pelo compositor Helson Hart.

A ideia do show surgiu a partir da gravação do CD infantil com músicas inéditas de Marcela Bellas e Helson Hart, interpretadas por diferentes artistas. Desde então, foram realizadas grandes apresentações em alguns dos principais espaços da capital baiana, como o Teatro Castro Alves, Teatro Gregório de Matos e largos do Pelourinho.

No repertório, além de músicas do CD Playgrude, estão incluídos clássicos da música brasileira, sucessos que fazem parte do nosso imaginário, como “Carimbador Maluco” (Raul Seixas), Emília (eternizada na voz de Baby Consuelo pela turma do Balão Mágico), “A história de uma gata” (Os Saltimbancos), “Fico assim sem você” (Adriana Partimpim) e outros.

SERVIÇO
O que: Show Playgrude
Quem: Marcela Bellas, Taís Nader e Helson Hart
Quando: Domingo, 21 de fevereiro, às 16 horas
Onde: Centro de Cultura Amélio Amorim, avenida Presidente Dutra, nº 2222, Feira de Santana – Bahia
Quanto: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

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Clube de Patifes se prepara para lançar o quarto álbum da carreira

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Com 17 anos de estrada, o grupo baiano Clube de Patifes, natural da cidade de Feira de Santana, lança o quarto álbum de estúdio. Intitulado Casa de Marimbondo, o álbum firma a empreitada empreendedora da banda, que trabalha de maneira independente desde o começo da trajetória.

Com uma linguagem calcada no blues e em timbres do rock dos anos 50 e 60 (e com boas doses de groove), o Clube de Patifes – formado por Joilson Santos (baixo), Pablues (guitarra e voz), Paulo de Tarso (bateria), Luyd Andrade (guitarra), Rodrigo Borges (guitarra) e Kino Bone (Trombone) – investe ainda em temáticas afrobrasileiras e introduz referências da música baiana e caipira à sonoridade.

O novo trabalho, Casa de Marimbondo, é uma co-produção do Clube de Patifes com André T., renomado produtor musical que já trabalhou com representantes do rock baiano, entre eles Pitty, Cascadura e Retrofoguetes.

O álbum também reúne figuras do cenário musical nordestino. Faixa de abertura do disco, “Hey Mama” é uma parceria do conjunto com Luiz Caldas, ícone baiano e precursor do axé. Outros músicos da região engrossam a ficha técnica. Du Txai (atualmente na formação da banda Cascadura) participa de “Cavalo de Troia”, enquanto o time de sopros da banda IFÁ Afrobeat – Vinicius Freitas (sax), Normando Mendes (trompete) e Matias Traut (trombone) – marca presença em “Voodoo”.

Casa de Marimbondo contém 11 faixas e o lançamento está marcado para 4 de março. Dois singles inéditos já foram divulgados e servem como excelente prévia para o disco completo. Ouça aqui.

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Project46: metal moderno, competente e corajoso

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Faz algum tempo que o produtor musical Jack Endino, mais conhecido no Brasil por ter trabalhado com Nirvana e Titãs, criou uma polêmica sobre bandas brasileiras que cantam em inglês. “Eu nunca consigo entender uma palavra!”, ele disse
, enfatizando as dificuldades de pronúncia e concluindo que o uso da chamada língua do mundo globalizado não garante sucesso fora do país e ainda fecha portas para o êxito nacional. Como se podia esperar, a declaração dividiu opiniões nas redes sociais.

Os paulistanos do Project46 parecem ter a mesma opinião de Endino, ao menos quanto a considerar ilusória a ideia da língua estrangeira como passaporte para o sucesso internacional. Depois do EP If You Want Your Survival Sign Wake up Tomorrow (2009), com quatro canções em inglês, eles decidiram apostar no idioma materno em seus dois álbuns de longa duração lançados até o momento, Doa a Quem Doer (2011) e Seja Feita a Nossa Vontade (2014). A escolha tem se mostrado a melhor conforme o quinteto se expande no circuito, a ponto de tocar em festivais como o Maquinaria (Chile), o Monsters of Rock (Brasil) e o Rock in Rio.

As letras são agressivas, questionam o cenário político, a atuação da grande mídia, as relações de trabalho e as atitudes individuais. Um exemplo é este trecho de “Caos Renomeado”, a primeira faixa do segundo disco: “A verdade é nua e crua, mas ninguém vê/ E o ibope só aumenta quando a merda já tá na TV/ E quem edita?/ Quem inventa as verdades que o povo não vê?/ E quem são eles? Quem representam?/ Somos todos escravos do quê?”. E não há como não lembrar o episódio em que a música “Se Quiser”, do disco anterior, foi boicotada em um programa global e absurdamente trocada por outra de mesmo nome, aquela da cantora Tânia Mara (!).

A verdade é que uma banda como o Project46 incomoda, pois encara quase tudo o que se coloca como padrão na música deste país. Se não cabe na maior emissora de TV, é porque diz verdades que ameaçam o reino da superficialidade. A sonoridade, inspirada em Lamb of God, Chimaira, Soilwork, Hatebreed, Slipknot e outros, também não atende às velhas e persistentes exigências comerciais. É um metal eclético, mas focado em influências mais atuais, turbinado por doses de hardcore.

Atração do Feira Noise – O Project46 já é nome certo no Feira Noise 2015, com show marcado para o dia 28/11. Caio MacBeserra (voz), Jean Patton (guitarra), Vinicius Castellari (guitarra), Rafael Yamada (baixo e voz), Henrique Pucci (bateria) estarão em Feira de Santana pela primeira vez, mostrando toda a fúria de seu repertório. Não deixe de conferir.

Por Ana Clara Teixeira

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Far From Alaska e longe dos rótulos

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Por Ana Clara Teixeira

O estado de Goiás é visto como o centro brasileiro do stoner rock e outros subgêneros afins, por ser o berço de bandas como Black Drawing Chalks, Hellbenders e Overfuzz. Ultimamente, no entanto, o Rio Grande do Norte também vem se tornando um candidato a este posto, impulsionado pela força do Festival do Sol e pelo sucesso de alguns eventos segmentados, caso do Stoner Sessions. São exemplos da vocação potiguar o sludge metal do Monster Coyote, o doom metal do Son of a Witch, o som mais alternativo do duo The Red Boots e do Far From Alaska.

Far From Alaska? Como chamar de stoner uma sonoridade cuja associação imediata que vem à mente é com The Dead Weather? Não se pode prender a banda a um rótulo, embora haja algo de Palm Desert no inclassificável modeHuman, primeiro full-length do quinteto composto por Emmily Barreto (vocal), Cris Botarelli (synth, lap steel e voz), Edu Filgueira (baixo), Rafael Brasil (guitarra) e Lauro Kirsch (bateria). Sobretudo, nota-se uma afinidade com o lado mais bem-sucedido comercialmente daquela cena californiana, representado pelo Queens of the Stone Age.

As quatro primeiras canções do álbum – “Thievery”, “Deadmen”, “Dino Vs. Dino” e “Politiks” – dão pistas suficientes para que se identifique a única classificação possível para a proposta do Far From Alaska: rock com os pés no que se tem produzido dentro do gênero desde meados da década de 1990. Nesta sequência, fica em destaque o talento para unir riff e refrão de fácil apelo mesmo se arriscando por uma seara pouco comercial, quando se considera, inclusive, a opção dos músicos pelas letras em inglês estando no Brasil.

modeHuman é um trabalho extenso, com 15 faixas em 60 minutos de duração, e sua outra parte mais representativa consiste em composições experimentais em certa medida, como “The New Heal”, “ModeHuman Pt 1” e Monochrome. Nelas, existem maior variação de andamentos, alguma influência de música eletrônica e uma coragem que explica a rápida ascensão da banda potiguar no cenário nacional do rock independente, com direito a apresentação na edição de 2015 do Festival Lollapalooza Brasil.

Presença no Feira Noise 2015 – Far From Alaska já tem ocasião definida para realizar seu primeiro show em Feira de Santana no dia 29/11 (Domingo). A banda está confirmada como uma das principais atrações da edição deste ano do Feira Noise, um dos festivais de artes integradas de maior crescimento no Nordeste. O evento acontece no mês de novembro.

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CONHEÇA AS OFICINAS GRATUITAS DO FEIRA NOISE

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Para além dos shows musicais e as diversas apresentações artísticas, o Festival se coloca como um campus de #FormaçãoLivre, gerando uma troca de saberes entre oficineiros e os participantes durante o evento. A programação conta com oficinas, workshops, debates e palestras.

Veja abaixo a lista completa do que teremos e fique atento para não deixar departicipar…

07.11 – Fotografia: Empoderamento de Mulheres
07.11 – Graffiti
07.11 – Economia Criativa
07.11 – Literatura
14.11 – Dança – Tribal Híbrido
14.11 – Fotografia: Cobertura de Shows e Espetáculos
14.11 – Oficina de Turbantes
14.11 – Corpo, sentidos e coisas teatro para iniciantes
14.11 – Comunicação para Músicos Independentes
14.11 – Linguagem, análise fílmica e crítica cinematográfica
21.11 – Formação: Comunicação Colaborativa
21.11 – Dança

Obs.: Cada oficina terá suas especificidades e limite de participantes, portanto, permaneça com atenção as publicações que em breve iremos divulgar o formulário de inscrição.

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AS VEIAS ESGARÇADAS DA PRINCESA

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Em 18 de Setembro de 2015 Feira de Santana completou 182 anos de emancipação política e os problemas continuam os mesmos. A crise no trânsito e sua indústria de multas, a desordem instalada nas vias públicas, exemplos das ruas Marechal Deodoro, Sales Barbosa, dentre outras do seu entorno, “um PACTO DE FEIRA” que até agora não emplacou, lagoas sendo dizimadas, aterradas, dando espaço à especulação imobiliária, mas para muitos, Feira de Santana está no caminho certo.

Sou filho desta terra e, dela me orgulho, é por isso que faço estas ponderações, é inadmissível uma cidade do porte de Feira de Santana ser administrada como se administra o quintal de casa. Feira de Santana é bem maior que questiúnculas políticas. As críticas realizadas a uma administração não podem ser computadas como ofensas pessoais ou rotuladas como: “você fala isso porque é do partido A, B, C ou PPQP”, a verdade tem que ser exposta. A imprensa não pode e nem deve esconder os fatos.

Feira de Santana por muito tempo manteve-se refém das empresas de transporte coletivo que prestava (des)serviço com o pior, mais desorganizado, mais sujo e mais caro serviço de transporte coletivo urbano que já conheci, e o poder publico tinha plena consciência do que estou falando, mas, insistiu em manter a desordem do transporte até o caos, quando a população de quase setecentos mil habitantes ficou por aproximadamente treze dias sem o poder de locomoção. É aí e, só aí, a figura do ligeirinho que já ocupava as brechas deixadas pelos péssimos serviços prestados pelas empresas de transporte coletivo, ressurge com força total e/ou única tábua de salvação ocupando todos os espaços, inclusive os pontos de ônibus, há quem diga que uma vaga de ligeirinho em determinados bairros de nossa cidade chega a custar cinco mil reais.

 Neste contexto do caos do transporte público impõe-se o BRT. A quem interessa o BRT? O Projeto está dentro dos padrões? Foram realizados estudos de impactos ambientais? Porque a implantação na Avenida Getúlio Vargas? O local atenderá as necessidades da grande periferia da nossa cidade? Com certeza que não. Será que o BRT na Getúlio Vargas não seria para ostentar as vaidades do Imperador? Enquanto isso não podemos ficar de braços abertos apenas a observar AS VEIAS ESGARÇADAS DA PRINCESA.

A bem da verdade, quero deixar bem claro que não sou contra o progresso, mas, questiono as coisas feitas de forma atropelada. Como uma metrópole do porte de Feira de Santana pode ser administrada sem um plano diretor? Como os problemas desta comunidade podem ser solucionados sem que haja uma discussão prévia? Refiro-me a um amplo debate envolvendo diversos setores da sociedade civil. Será que todos estes questionamentos seriam encarados e solucionados de forma empírica? Quando falo em debate amplo não incluo reunião ampliada de aliados para discutir amenidades óbvias.

  • Alberto Luiz de Freitas Souza é Radialista e Geógrafo Formado pela UEFS.

 

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Feira Camelô 2.0 Feira Noise Festival 2014 – Selecionados

A comissão gestora da Feira Camelô 2.0, a ser realizada no Feira Noise Festival 2014 entre os dias 28 e 30 de novembro, informa a lista de selecionados para esta edição, visto que o número de inscritos ultrapassou o número de vagas.
Prezando pelos critérios descritos no Regulamento, os empreendimentos selecionados são:

APIMENTÁRIO
ASSOCIAÇÃO DE HIP HOP DE FEIRA DE SANTANA – H2f
BANANA MEC NICA
BATOM VERMELHO
BLUEBERRY BOMB
BOYRÁ TEIAS
BRECHÓ BIXO GRILO
CHACARTES
COOPERATIVA CACTUS

Convidamos os selecionados para reunião de apresentação da proposta da Feira Camelô 2.0. Além disso, a intenção é construir colaborativamente o formato da Feira, bem como pensar em ações que movimentem o espaço. Data, local e hora da reunião serão informados via email indicado na ficha de inscrição do selecionado.

IMPORTANTE: Aquele que não comparecer à reunião sem prévia justificativa terá a inscrição indeferida, liberando vaga para outro inscrito.
Em caso de dúvidas ou não recebimento da confirmação, favor entrar em contato: banquinha@feiracoletivo.com.br

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Inscrições abertas para Cobertura Colaborativa no Grito Rock

 

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A edição de 2013 do Grito Rock tomou proporção mundial, são 300 cidades de 30 países da América Latina, Europa, Oceania e África realizando o festival de forma integrada. Feira de Santana está incluída nesse contexto e você também pode participar através da Cobertura Colaborativa.
Ferramenta que utiliza o conceito de mídia livre, colaborativismo e empirismo, unindo a importância do registro à potencialização das ações, a Cobertura Colaborativa serve para comunicar os festivais de forma simples, direta e participativa para toda a sociedade, além de servir de portfólio para captação de recursos em futuras edições.
As inscrições vão até o dia 15 de fevereiro. Os inscritos receberão um e-mail de confirmação com a data da reunião para o credenciamento e esclarecimentos sobre o evento.
Para participar, basta preencher o formulário (http://bit.ly/12uvtgq) e selecionar o segmento (Redação, Fotografia, Assessoria de Imprensa, Audiovisual ou Mídias Sociais) que deseja atuar no Grito Rock.

 Participe. Grito Rock 2013